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Todas as manhãs do mundo...

por Paula Antunes, em 26.10.05
Há alturas que as tuas lágrimas lavam a minha alma de todos os fantasmas que a povoam. E nestes recantos escuros e sombrios entra a luz que eles tanto ansiavam e simultaneamente temiam. A tua.

Há alturas em que penso se há limite para o número de medos que se escondem por detrás de um sorriso. Já não sei conta-los; de qualquer modo também não valeria a pena. Tudo muda, todos os dias - mesmo que por vezes todos acreditemos na ilusão da rotina, não há e nunca houve um dia igual ao outro.

Tenho os olhos cansados e o peso em meus ombros de todas as coisas que não fiz, de todos os amores que não quis - e de todos os dias em que acreditei serem iguais a qualquer outro.

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Publicado às 19:47


2 comentários

De Sky a 29.10.2005 às 21:34

Hum... depois de ler o teu post fiquei desesperado por um abraço de alguem especial...

Bjs

De Mallika a 28.10.2005 às 14:51

estou há dois dias a pensar no que te dizer e só me ocorre... É tão fácil tu deixares-me sem palavras!
AMO-TE... AMO-TE TANTO... TANTO!

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