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Picnic Mães e Pais LGBT, Crianças e Amig@s – 29/10/06, Lisboa

por Paula Antunes, em 21.10.06
A ideia de juntar novamente crianças com pais e/ou mães LGBT e suas crianças surgiu logo após a última actividade do género, contudo, foi sendo continuamente adiada porque entre as férias, trabalho e criançada, o tempo escasso muitas vezes voa.

Em 2006 realizaram-se já duas actividades: um Encontro sobre Homoparentalidade, no Centro Comunitário Gay e Lésbico de Lisboa em Março, que teve cerca de 30 pessoas, animadas e conversadoras, entre mães e pais actuais e futuros, filh@s e net@s de LGBT, pequenos e já mais crescidos; e em Maio, um animado picnic ao ar livre.

Ora, a ideia é mesmo dar continuidade a este tipo de eventos, tornando-os regulares e aproveitando a partilha para se construirem redes de apoio [in]formal. Gostaríamos de, aos poucos, alargar a rede a outras cidades e outro tipo de partilha/eventos, para onde quisermos ir. Assuntos sobre a legislação/escola, entre outros, estarão presentes entre os temas a partilhar neste tipo de eventos.

Para voltar a reunir este grupo, cada vez com mais gente, desafiamos tod@s @s interessad@s a juntarem-se a nós num encontro para crianças e adultos, em Lisboa, em que haverá espaço e boa disposição para troca de histórias e experiências.

Gostaríamos também de criar uma mailing list [informal] para os participantes e interessados para que seja um espaço que permita dar continuidade a cada evento e onde se possa debater questões do nosso dia-a-dia.

QUANDO: Dia 29 de Outubro, domingo, a partir das 14:30

ONDE: no Jardim dos Moinhos de Santana, à Ajuda, se a metereologia ajudar. Enviaremos mapa aos interessados.

Para mais informações e ** para confirmar presença ** por favor enviar mail para:

Manuel Amaral marilgapor@yahoo.com
Sara Martinho cacaoccino@yahoo.com.br

Por favor ** divulguem ** por mail, sites e blogs possíveis para chegarmos aos eventuais interessad@s.

Até domingo, dia 29. APARECE!

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Publicado às 20:56

Maria style

por Paula Antunes, em 11.10.06
Ok, posso estar só a implicar, mas porque raio é que estes testes nunca dizem nada de mal? :P Somo tod@s sempre maravilhos@s... que bom! *ironic face*

Só por uma vez gostava de ver um resultado não condescendente, do género: "Opá, és terrível e coitad@ d@ teu/tua parceir@!", ou mesmo "Tens um bocado ainda para aprender"...

Andaremos assim tão desesperados pela Fantasy island ?! Obrigadinha pelo elogio, mas fico-me pela avaliação caseira, pode ser? ;-)


Using your mouth





Your sexual hidden talent is your ability to use your mouth. You are incredibly sensual, a great kisser and a seductive lover. You drive all of your partners crazy with your mouth.



Take this quiz at QuizUniverse.com


PS. Eu sei. Quem me manda a mim responder a Quiz(s) que encontro na blogosfera?... :-D

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Publicado às 15:39

Dispersão

por Paula Antunes, em 09.10.06
Alguma vez sentiram que estão à beira de perder o controlo da vossa vida? Aquela sensação de vertigem, de agonia, de impotência? A incapacidade de dar dois passos atrás e distinguir com clareza quais os problemas e exactamente o que os está a causar?

Pois bem, é assim que me vejo. E não gosto. Não gosto mesmo nada. Sinto-me à beira da loucura não-psicótica - algo que não me visitava há muito, muito tempo.

Das 8h às 18h tenho obras em casa. Martelos pneumáticos [SIM, leram bem], picaretas, etc, etc.
A Guini continua a achar que é seu dever avisar de 10 em 10 min que temos estranhos cá. Por muito que lhe peça para parar, os seus instintos protectores são claramente mais fortes.

Depois, por alguma razão estamos com um surto de pulgas. Lavar tudo, aspirar tudo, pipetas, desinfestação. O Dias trancado num quarto (mal-humorado, como seria de esperar).... a Guini no mesmo estado. Não temos janelas na sala, pelo que andarem pela casa é impensável.
No dia a seguir tudo se repete: o pó que as obras trazem fizeram-nos adquirir uma nova rotina.

Finalmente acabei com os trojans que tinha no portátil, fiz limpeza completa, backup's, novas instalações. Decidi fazer o mesmo com o PC da Sofia, mas a meio da gravação dos dados (40G) para DVD's a placa gráfica (ou mm a motherboard) deu o badago!

A operação da minha mãe, o gravador de DVDs para devolver, dados e dados para recuperar, 6 mapas de existências para acabar e enviar, 40 a 50 picadas de pulgas pelo corpo (anteriores à desinfestação) - sendo que a Sofia nem uma tem! Estou feliz por ela, mas não compreendo o que tem a minha carne de especial! Não deixaram de me atacar (só a mim) nem depois de todas as roupas mudadas e 3 banhos em 2 dias.

Dormi [leia-se: tento dormir] rodeada de pacotes de chá de camomila e folhas de eucalipto na cama (eram os únicos "remédios caseiros" que tinhamos na altura). Li qualquer coisa sobre alhos, mas achei que era demais... (se bem que aquelas $#&% são primas de vampiros com certeza). Isto, mesmo depois das limpezas e do uso de produtos próprios nos animais e ambiente.

Tenho o trabalho atrasado, mails por responder, responsabilidades adiadas... só me apetece refilar, pelo que prefiro isolar-me no escritório. Amigos que devem achar-me desnaturada (não aguento o telemóvel ligado) e não consigo encontrar equilibrio. Falta-me paz.

E isto é só o que mais me atrofia. Deixo o resto na zona das teia de aranha da mente porque o desabafo vai longo e cansa.

Lei do Caos, entidade do acaso (ou seja lá o que move aquilo que nos escapa): Já chega, não?! Não enviei o CV para o cargo de Job (refiro-me à personagem biblica, embora tenha acabado de me aperceber do trocadilho "Job/Emprego").

Just give me a break!

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Publicado às 16:16

Pérolas..

por Paula Antunes, em 06.10.06
Em arrumações no portátil dei de caras com um texto - que escrevi para uma amiga no passado Inverno:


"Aprendi, há muito tempo atrás - e de vez em quando estupidamente esqueço-me - que há sentimentos, situações, encontros - que não se planejam, nos surpreendem e são impossíveis de controlar. Eu chamo-lhes "Encontros d'Alma". São aqueles raros momentos na vida em que algo nos impele e não há razão lógica que o justifique.

Nessas alturas a maior parte de nós foge. Prefere pensar: "Que parvoíce! Não vou fazer tal coisa! Que pensará ela de mim?" E depois existem pessoas como tu. Corajosas. E não quero ouvir-te escrever que não o és. Eu falo da coragem que implica a entrega de um pedaço de Alma. Não há nada mais humano que permitir-nos ser vulneráveis – só porque o coração mandou, e nós, mesmo envergonhados, lá decidimos segui-lo.

Claro que não consigo comentar o poema – nem era isso que pretendias, bem o sei. Tiveste vontade de o partilhar comigo - contra toda a razão da segurança – e eu estou-te grata. Grata, sim, porque é uma dádiva por si só, e também porque me restaura a crença do que há de melhor no Homem.

Por norma sou pragmática. Muito mais do que as mensagens que temos trocado consentiriam transparecer. Mas sou também, na mesma medida, emotiva – como tal é-me impossível não responder com o coração quando assim me falam. E a eloquência das tuas palavras – mas sobretudo a dos teus gestos - é maior que tudo o que possas hoje imaginar.

Um abraço,
Paula"



É bom sentir que as novas tecnologias não mudam estes acontecimentos: como o descobrir no fundo de um baú as cartas de adolescente ou uma fotografia antiga de um ente querido... :)

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Publicado às 18:13


My Way: "Two roads diverged in a wood, and I, I took the one less traveled by. And that has made all the difference"

Paula Antunes


Paula Antunes

"Não estamos a legislar para gentes remotas e estranhas. Estamos a ampliar as oportunidades de felicidade dos nossos vizinhos, dos nossos colegas de trabalho, dos nossos amigos e das nossas famílias e, ao mesmo tempo, estamos a construir um país mais decente. Porque uma sociedade decente é aquela que não humilha os seus membros"

Zapatero


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