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A minha vista ao anoitecer

por Paula Antunes, em 28.02.06



... ou o motivo porque por vezes não consigo trabalhar no escritório ao fim do dia...




vista.jpg

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Publicado às 20:42

Comunicado: Morte violenta de transexual no Porto

por Paula Antunes, em 24.02.06
A rede ex aequo vem por este meio manifestar a sua indignação e condenar os actos dos jovens que conduziram à morte de uma cidadã transexual no Porto, no passado fim-de-semana.

Embora ainda não seja do conhecimento público as motivações dos jovens é fácil inferir que ser uma cidadã transexual, toxicodependente e sem-abrigo terão constituido factores (também) propulsionadores deste acto violento, com particular destaque para o primeiro dos factores enumerados.

Não só o artigo 13º da Constituição Portuguesa, sobre o príncípio da igualdade, peca ainda pela grave ausência da identidade de género no mesmo, mas também urge, sem falta, como nos demonstra este caso, que seja implementada uma lei contra crimes de ódio por motivos transfóbicos e homofóbicos.

Vivemos numa sociedade que não sendo perfeita, se quer cada dia mais justa e humana. É fundamental que estas alterações sejam introduzidas na lei de modo a criar mais meios que procurem evitar que mais seres humanos sejam vítimas de crimes hediondos como este.

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Publicado às 16:22

Seis foi a conta que a Mallika fez

por Paula Antunes, em 21.02.06
Apuros em que a D. Mente me mete... ;-)


Seis características da cara-metade que nos deixam derretid@s...

SEIS??! Mas isso é dificílimo! Onde é que eu vou conseguir arranjar 6 características que me derretem na Mallika? …….ahhhh…….. hummm…… quer dizer........ (raios, atingiu-me que ela vai ler isto!) Só seis? Que escolha difícil! ......... (será que me safei?)


Bom, vamos lá:

1ª - O coração puro – esta tinha de vir em primeiro lugar. Fico ainda muitas vezes admirada com a inocência quase ingénua com que ela procura sempre encarar tudo. Tenho a certeza que o mundo pelos olhos dela é um lugar melhor.

2ª - O olhar meigo – não conheço outro assim. Por mais zangada que possa estar, quando fixo os seus olhos e o modo como olha para mim... pronto, está tudo estragado. Foi-se a zanga, a fúria… é pior que a Guini!

3ª - A criança que tem dentro de si – às vezes é tão irresistivelmente tola que damos por nós (eu, a filha dela – de 9 anos – e a cadela) a olhar umas para as outras com cara de “ela é mesmo tosca! é pior que uma miúda pequena!”

4ª - A sensualidade – não será de muito bom tom entrar em detalhes, mas que eu fico completamente derretida, garanto-vos que fico!

5ª - A persistência em não deixar discussões pendentes – não há nada a fazer! Acende-me a luz do quarto, abana-me, canta na cama se for preciso. Mas não deixa a zanga por resolver. É admirável (se bem que estando eu maldisposta só me apetece grunhir-lhe, mas isso já é do meu mau feitio ;-) )

6ª - O querer ser sempre melhor – e lutar por isso – mesmo que seja no meio de refilice, de bradar aos céus – mas não desiste… é a característica dela que eu mais gosto! :-)

E agora… as minhas românticas vitimas:

* Nina
* M.
* alguém
* MYX
* Mallika - não achaste mesmo que te safavas, pois não? O:-)

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Publicado às 20:24

Mais manias...

por Paula Antunes, em 20.02.06
Regulamento
Cada bloguista participante tem de enumerar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do "recrutamento". Além disso, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blog.


Manias, manias…Oh mulher, metes-me em cada uma!!! Eu cá não tenho manias… só se for estas:
;-)

1 - Tenho a mania de ficar a olhar para a minha esposa durante muito tempo (gosto quando não dás conta e quando notas, gosto como ficas por vezes embaraçada);

2 - Mania que o meu raciocínio é mais rápido que a minha boca (sou boa a “meter água”);

3 - Tenho a mania de pôr o papel do pacote de açúcar entre a chávena e o pires (com o pequeno pormenor de colocar o triângulozinho que foi rasgado dentro do pacote);

4 - De pôr os botões do elevador direitos (não entendo porque raios é que a vizinhança roda os botões, será que não sabem que é carregando que ele anda?);

5 - Quanto à última e mais empolgante mania… só a revelo à minha esposa, quem quiser saber tem que lhe perguntar.

E eu não peço a ninguém para dizer as suas manias porque sou uma boa alma, apenas EXIJO que quem ainda não respondeu e passe os olhos por aqui, FAÇA O FAVOR DE RESPONDER E JÁ!!! ;-)

Dr. Mallika Jekyll & Mrs. Mallika Hyde

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Publicado às 00:53

5 manias

por Paula Antunes, em 17.02.06
...por causa das confissões desta menina...


Regulamento
Cada bloguista participante tem de enumerar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do "recrutamento". Além disso, cada participante deve reproduzir este "regulamento" no seu blog.



Ora... 5 manias... só 5? uiiiiii!
Mas vamos lá tentar:


1 - Estabelecer um tempo limite para me vestir - estilo: ok, tens de te despir e vestir o pijama em menos de 30 segs. Quando esse tempo terminar, o que tens vestido é aquilo com que aparecerias a quem te visse nessa altura... - eu sei, esta é mm estranha!


2 - Ignorar o telemóvel em casa. - desliga-lo durante 2 ou 3 dias (lá verifico a meio se não houve nenhuma urgência). Não gosto muito da sensação de dependência que o bicho pode ter nas pessoas...


3 - Manter tudo sob controle. - não gosto nada de perder o controle do que quer que seja :-(


4 - Observar os outros. - volta e meia lá estou eu a observar expressões, tiques, atitudes, manias, e pior.... e querer compreender os porquês de cada coisa...


5 - Ok, esta é a pior de todas... Ponho os objectos (todos e mais alguns) a falar. Atribuo-lhes características humanas, arranjo grandes enredos e por vezes até arrasto as pessoas mais próximas para esses jogos. Ainda ontem arranjei um romance entre um caranguejo e a minha pinça das sobrancelhas... neste momento estão no cinema a ver o "Pinçanic"! (can it get any worse?)



E pronto, depois desta humilhação pública, ao menos não digam que não tenho fair play ;-)


Passo a:

* Mallika
* Golondrina
* Sapatilhas coloridas
* Chaos
* MYX

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Publicado às 18:32

Haja paciência!!!

por Paula Antunes, em 14.02.06
A Homossexualidade é uma Doença – Entrevista d'O Independente ao P. Nuno Serras Pereira por José Eduardo Fialho Gouveia – 10.02.2006

F.G.- Teresa e Helena, duas mulheres, iniciaram na semana passada uma batalha judicial
para conseguir casar. O casamento entre pessoas do mesmo sexo deve ser permitido?
P. N. S. P.- Não é possível haver casamento entre pessoas do mesmo sexo. O matrimónio exige capacidade reprodutiva.

F.G.- Porquê?
P. N. S. P.- Pode não haver capacidade reprodutiva por motivos de infertilidade. Mas quando o marido e a mulher se juntam através dos seus órgãos reprodutivos formam um só organismo. Por isso se fala de comunhão e de unidade.

F.G.- O casamento não deve, acima de tudo, ser uma questão de amor?
P. N. S. P.- Resta saber o que é o amor. Quando duas pessoas do mesmo sexo têm contactos genitais estão a instrumentalizar os seus corpos como se fossem sub-humanos. Na unidade dos actos de tipo reprodutivo forma-se um só organismo.

F.G.- É impossível que haja amor entre dois homens ou entre duas mulheres?
P. N. S. P.- Pode haver entre um pai e um filho, entre uma mãe e uma filha, entre amigos e entre amigas.

F.G.- E amor em termos sexuais?
P. N. S. P.- Penso que não é possível. A homossexualidade é uma doença. A Associação Norte-Americana de Psiquiatria, em 1973, pela mão de Robert Spitzer, fez retirar a homossexualidade da lista de enfermidades. Todavia, alguns anos depois, repensou a sua posição e verificou que uma terapia adequada era capaz de corrigir a inclinação sexual dos homossexuais.

F.G.- Julgo que nenhum médico - a menos que seja extremamente conservador ou influenciado pela mentalidade católica - considera a homossexualidade uma doença. É do conhecimento público que essa visão está ultrapassada...
P. N. S. P.- Não está. Nos Estados Unidos há muitos médicos - que nada têm a ver com a Igreja Católica e que são de diversas facções políticas - a afirmá-lo. Defendem que é uma doença de origem psicológica, um sintoma de uma neurose relacionada com um complexo de inferioridade. Resolvida a neurose, a atracção por pessoas do mesmo sexo desaparece. A prática de relações homossexuais reforça essa enfermidade, enquanto a abstinência tende a favorecer a cura.

F.G.- Quando pensamos numa doença imaginamos algo prejudicial. A homossexualidade é nefasta em quê?
P. N. S. P.- Em termos psicológicos, há uma fixação narcisista. Não se procura o outro enquanto outro; cada um procura-se a si mesmo no outro. Os homossexuais não são capazes de atingir a verdadeira união e comunhão. Por outro lado, a nível físico sabemos - através de estudos realizados nos Estados Unidos - que a esperança média de vida dos homossexuais activos é de 45 anos, sem contar com aqueles que morrem de sida. E apenas dois por cento chegam aos 70. A taxa de incidência de doenças sexualmente transmissíveis é também muito mais alta e os níveis de criminalidade entre a população homossexual, em termos percentuais, são superiores. Finalmente, os dados mostram igualmente que a pedofilia é mais frequente entre os homossexuais.

F.G.- Tem noção de que um sexólogo apelidaria essas declarações de ridículas?
P. N. S. P.- Depende do sexólogo. Se fosse sério poderia comprovar o que eu digo.

F.G.- Todos os sexólogos que não partilham da sua opinião não são sérios?
P. N. S. P.- Podem estar mal informados ou partilhar de uma ideologia que os faz olhar apenas para uma parcela da realidade e excluir determinados factores.

F.G.- Não admite que possa ser a sua ideologia que o leva a distorcer a realidade?
P. N. S. P.- Estou a falar de factos.

F.G.- Rejeita, portanto, que seja possível haver amor homossexual...
P. N. S. P.- Nem sequer há homossexuais. Há pessoas que padecem de inclinações homossexuais. Algo que lhes provoca grande sofrimento.

F.G.- Os homossexuais não dizem que sofrem por ser homossexuais...
P. N. S. P.- Não é isso que a minha experiência me ensina.

F.G.- Devem lutar contra a sua inclinação sexual e viver toda uma vida em negação?
P. N. S. P.- O problema está em agir de acordo com essa inclinação sexual. É preciso levá-los a descobrir a verdadeira identidade. Há muitos testemunhos de homossexuais recuperados.

F.G.- Se a homossexualidade é uma doença, qual é a causa?
P. N. S. P.- Os especialistas explicam que é uma psicose.
Os especialistas não dizem que a homossexualidade é uma doença...
Alguns não o dizem. Quando Robert Spitzer - que era presença assídua na imprensa e na televisão - verificou que estava enganado e recuou na sua posição a comunicação social cortou-lhe o pio.

F.G.- A comunicação social norte-americana está então dominada por um poderosíssima "lobby gay"?
P. N. S. P.- O " lobby gay" tem grande influência na comunicação social. E infiltrou-se também na política e na Igreja.

F.G.- Considera-se homofónico?
P. N. S. P.- De modo algum. Não tenho horror ao meu sexo. O homofóbico é aquele incapaz de lidar com pessoas do mesmo sexo. Não é o meu caso. Não concordo é que se destrua a instituição casamento, que é a célula-base da sociedade. É no casamento que são gerados os filhos. Por isso o Estado protege e promove a família.

F.G.- Isso significa que o Estado não deve proteger um casal heterossexual que não pode ter filhos?
P. N. S. P.- Isso não é uma família, é um casamento. A família só existe a partir do momento em que há filhos.

F.G.- Um homem e uma mulher casados não são, só por si, uma família?
P. N. S. P.- Não. Têm a família da parte do marido e da mulher, mas não constituíram família.

F.G.- Se fosse criada uma instituição paralela ao casamento, com outro nome, continuaria a ser contrário à união entre duas pessoas do mesmo sexo?
P. N. S. P.- A lei pode tolerar a homossexualidade - digo tolerar porque ela em si não é um bem, não é um comportamento positivo - se isso evitar males maiores. Daí a criar um estatuto jurídico para relações meramente privadas não vejo qualquer sentido.

F.G.- Deixe-me apresentar-lhe então a seguinte situação. Duas mulheres vivem juntas durante 30 anos. Por que razão, em caso de morte de uma delas, não pode a outra ter os mesmos direitos de uma viúva heterossexual?
P. N. S. P.- Os direitos implicam deveres correspondentes. Igualdade não é tratar da mesma forma circunstâncias diferentes.

F.G.- Rejeita que um homossexual possa ter os mesmos direitos de um heterossexual?
P. N. S. P.- Todos devem ter direitos iguais a nível da Constituição. Mas um homem e uma mulher que se casam é uma realidade diferente de dois homens ou de duas mulheres que se juntam. Tratá-los da mesma forma é uma injustiça.

F.G.- São realidades diferentes porquê?
P. N. S. P.- Porque um homossexual não é capaz de constituir família.
Há muitos casais heterossexuais que também não...
Mas isso não depende das suas atitudes comportamentais. Alguém que é estéril não tem culpa da sua esterilidade, mas é capaz de praticar os actos do tipo reprodutivo.

F.G.- E um homossexual tem culpa de ser homossexual?
P. N. S. P.- Pode não ter. Mas pode ter culpa se reforçar a sua homossexualidade praticando actos homossexuais.

F.G.- É lógico que não concorda com a adopção por casais homossexuais...
P. N. S. P.- Não há casais homossexuais. Nunca lhes chamaria casais. Por outro lado, em termos de formação, é bom que as crianças tenham o pai como referência masculina e a mãe como referência feminina.

F.G.- E as crianças que crescem só com um pai ou só com uma mãe?
P. N. S. P.- Isso apenas acontece devido a uma qualquer infelicidade. Não é a situação ideal.

F.G.- É melhor para uma criança viver numa instituição até à idade adulta do que com dois pais ou duas mães que lhe dão amor e carinho?
D P. N. S. P.- epende da instituição. Se for uma instituição como a Casa Pia era aqui há uns anos é capaz de ser bem pior. Se for uma instituição equilibrada é muito melhor do que crescer com dois pseudo-pais ou com duas pseudo-mães.



Acho impressionante que quando a questão muda para o problema do aborto as opiniões não melhoram - a isto senhoras e senhores chama-se extremismo do mais puro.

Ai o “Santo clero”!!!

Versão completa da entrevista encontra-se na página do nosso querido e simpático murcon.

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Publicado às 00:07

Traços

por Paula Antunes, em 12.02.06

Conducta lesbica




Jose Perozo

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Publicado às 18:28

Uma família faz-se com amor!

por Paula Antunes, em 10.02.06
Pesquisava eu assuntos relativos à homoparentalidade quando percebi que nós estamos muito atrasados nesta questão. Não é um assunto ainda muito discutido por cá, espero que depois de podermos casar pelo civil (sim, porque eu tenho fé), esta questão seja mais debatida.

Dando um passo mais à frente, temos os filhos de pais homossexuais, porque eles também existem e também precisam de apoio. Encontrei alguns sites interessantes, americanos, franceses e espanhóis, por Portugal não se fala muito nisso.

E foi num desses sites que dei de caras com esta pérola que se chama “in My shoes” e é um documentário de e sobre filhos de LGBT´s.

Eu acredito que, se muita gente visse este filme, ia ficar bem mais elucidado sobre a homoparentalidade e pais transgender. Saberiam que os bons educadores não são exclusivamente heterossexuais e que (como eu li em alguns dos sites que visitei) uma família faz-se com amor .

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Publicado às 14:27

Tatuagens

por Paula Antunes, em 09.02.06
Pensamentos a propósito deste post.


Eu tenho tatuagens e deixo-te os seguintes conselhos:

1 - NUNCA tatues algo que não tenhas a ABSOLUTA certeza de querer para toda a vida. A remoção é muito cara e é sobretudo anti-espirito de tatuagem [isto não me aconteceu precisamente pq eu pensei bem no que queria antes, mas conheço quem não o fez e muito se arrependeu];

2 - Escolhe um bom tatuador - visita mais que um estúdio de tatuagens - e certifica-te que tem todas as condições (visita-o antes, vê as instalações, o portfolio e fala com ele sobre o que queres fazer). Faz todas as perguntas que tiveres e tira todas as dúvidas - uma tatuagem é algo para a vida. A palavra-chave aqui é confiança;

3 - Cuidado ao fazer tatuagens de fotos. Ficam péssimas em geral, a menos que haja um grande contraste que se traduza em linhas de tatuagem. Escolhe um desenho "a traço" ;-) ;

4 - O local (do corpo) a tatuar também é importante. Se queres que seja algo mais pessoal ou és particularmente discreta, o pescoço por ex. não é a melhor ideia...

5 - Evita fazer tatuagens no verão. Não deves apanhar sol durante o tempo de cicatrização, não podes tomar banho de mar e todo o processo é muito mais desconfortável devido ao calor;

6 - Desconfia sempre de preços demasiado altos, mas sobretudo dos baixos (um preço muito baixo pode significar poupança no material, colocando assim a vida de outros em perigo) - uma tatuagem pequena (a preto) ronda no minimo os 30 €, uma média os 50 €, uma média com cor já pode ir aos 70 € e por aí em diante...

7 - Aquando da tatuagem certifica-te que: todo o material é descartável (agulhas, luvas, papel de marquesa, recipiente das tintas...) e que todo o material esterilizado é aberto à tua frente (agulhas e ponteiras para a máquina de tatuar);

8 - A cicatrização demora normalmente à volta de 15 dias. Durante esse tempo deves:
* lavar o local só com sabonete neutro (mas não nas primeiras horas - o tatuador indicar-te-á melhor isto);
* pôr uma pomada cicatrizante três vezes ao dia indicada pelo tatuador para que a recuperação da pele seja mais rápida;
* nunca esfregar o local nem tirar a crosta;
* não tomar banho de mar, piscina, sauna ou sol, bem como não tomar banhos muito demorados e com água particularmente quente;

9 - Finalmente, relativamente à dor: depende do individuo, da tatuagem e do local do corpo a tatuar. A minha primeira quase não doeu nada - a segunda doeu que se fartou (local bastante sensível). De qualquer modo não tenhas receio, não é nenhuma dor insuportável... Quanto mais relaxada estiveres melhor :-)


E pronto, o que era para ser uma resposta curtinha, transformou-se num mini-manual :-D
:**

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Publicado às 18:59

How's your life going?

por Paula Antunes, em 08.02.06
Os meus resultados deste teste:


This Is My Life, Rated
Life:
8
Mind:
8.9
Body:
6.6
Spirit:
8.7
Friends/Family:
6.9
Love:
7.3
Finance:
6.9
Take the Rate My Life Quiz



Nota para mim mesma: Porque raios é que eu continuo a mesma insatisfeita de sempre? ufff...

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Publicado às 00:10

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My Way: "Two roads diverged in a wood, and I, I took the one less traveled by. And that has made all the difference"

Paula Antunes


Paula Antunes

"Não estamos a legislar para gentes remotas e estranhas. Estamos a ampliar as oportunidades de felicidade dos nossos vizinhos, dos nossos colegas de trabalho, dos nossos amigos e das nossas famílias e, ao mesmo tempo, estamos a construir um país mais decente. Porque uma sociedade decente é aquela que não humilha os seus membros"

Zapatero


Caleidoscópio LGBT


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