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SLUTWALK PORTO

por Paula Antunes, em 09.08.11

 

COMUNICADO

SLUTWALK PORTO - 13 AGOSTO, 22.30H, TRIBUNAL DA RELAÇÃO DO PORTO (JARDIM CORDOARIA)

 


Em consonância com iniciativas semelhantes já realizadas em diversas cidades do mundo, incluindo Lisboa (25 de Junho 11), um grupo de cidadãs e cidadãos resolveu organizar a SlutWalk Porto para demonstrar a sua indignação contra a culpabilização que as mulheres continuam a sofrer enquanto vítimas de agressão sexual e contra a desresponsabilização do agressor, do qual o recente caso do psiquiatra João Villas Boas é um exemplo.


A organização desta marcha é efectuada por dezenas de pessoas com práticas e identidades sexuais, actividades profissionais e origens culturais, sociais e geográficas diversas, vinculadas a este objectivo comum, funcionando através de uma plataforma online, sem estrutura formal, totalmente voluntária e em contínuo crescimento.


Tal como as restantes SlutWalks, a marcha portoense centra-se na denúncia da violência de género e no combate ao discurso machista que objectifica o corpo das mulheres como uma provocação que justifica a agressão. No entanto, esta marcha não é só de mulheres para mulheres, mas sim de todxs e para todxs xs que desejam uma alteração da moral dominante, que garanta a liberdade individual de todas as pessoas, apoiando e protegendo as (potenciais) vítimas de violência sexual e responsabilizando apenas xs agressorxs.


Apelamos por isso à participação alargada de todxs xs que defendem o direito à justiça, à igualdade de género, à vivência segura do espaço público, à pluralidade e à liberdade sexual.

Dia 13 saímos à rua, tal como em Berlim, para exigir o respeito pela nossa vontade e pelo nosso corpo. Dia 13 seremos todxs SLUTs!

Mais informações: 

 

slutwalk.porto@gmail.com
www.slutwalkporto.wordpress.com

www.facebook.com/event.php?eid=241932462503895


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Publicado às 20:12



My Way: "Two roads diverged in a wood, and I, I took the one less traveled by. And that has made all the difference"

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"Não estamos a legislar para gentes remotas e estranhas. Estamos a ampliar as oportunidades de felicidade dos nossos vizinhos, dos nossos colegas de trabalho, dos nossos amigos e das nossas famílias e, ao mesmo tempo, estamos a construir um país mais decente. Porque uma sociedade decente é aquela que não humilha os seus membros"

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