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Conversas de sábado à tarde...

por Paula Antunes, em 18.09.06
M. - Então, o que tens feito ultimamente? Não te tenho visto...
P. - Oh... ando a lutar com um trojan!
J. - Com um quê?
P. - Trojan... trojan...sabes? Um "bicho"... é um cavalo de troia, género um virus mas que...
J. - Eu ando a lutar com um rato!
P. - Com o rato? A sério? Isso também é chato. Mas qual é o problema? São as drivers?
J. - Não. Com um rato mesmo! Mas não sei por que buraco anda ele a entrar!
P - ?!!! ... mas.... um rato, RATO?
J. - Sim.
P. - Mas... estilo um hamster? Animal de estimação?
J. - Não... um RATO mesmo a sério.
P. - (sorriso ironico) ah sim? E quem anda a ganhar?
J. - Ele... ainda não o apanhei... AH! Mas já lhe matei o filho!
P. - !!!!!!!!


PS. Depois admirem-se das "minhas caras" serem tão expressivas! LOL

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Publicado às 19:56


1 comentário

De Eyre a 05.11.2006 às 10:01

E por falar em ratos...

Variações sobre
O POEMA POUCO ORIGINAL DO MEDO
de Alexandre O'Neill

Os ratos invadiram a cidade
povoaram as casas os ratos roeram
o coração das gentes.
Cada homem traz um rato na alma.
Na rua os ratos roeram a vida.
É proibido não ser rato.

Canto na toca. E sou um homem.
Os ratos não tiveram tempo de roer-me
os ratos não podem roer um homem
que grita não aos ratos.
Encho a toca de sol.
(Cá fora os ratos roeram o sol).
Encho a toca de luar.
(Cá fora os ratos roeram a lua).
Encho a toca de amor.
(Cá fora os ratos roeram o amor).

Na toca que já foi dos ratos cantam
os homens que não chiam. E cantando
a toca enche-se de sol.
(O pouco sol que os ratos não roeram).

Manuel Alegre


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