"As pessoas que mudaram o Mundo começaram o seu caminho com um acto de Fé"

04
Out 09

 

 


Watch things on VCR's, with me and talk about big love
I think we're superstars, you say you think we are the best thing

 

Publicado por Scorpio_Angel às 12:42
Música: The XX - VCR

29
Ago 09

 

 

 

 

Publicado por Scorpio_Angel às 04:44
Música: Sara Tavares - Longe do Mundo

04
Ago 09

 

Vamos lá ver se isto vale a pena... ;) 

 

Publicado por Scorpio_Angel às 18:08
Sinto-me:

03
Ago 09

 

Partilhava agora mesmo que a primeira causa que tive enquanto activista foi a da Independência e Libertação de Timor. Isto há 18 anos... e é como andar de bicicleta: nunca se esquece.

 

Fica aqui a confidência. :)

 

 

  

Publicado por Scorpio_Angel às 03:53
Sinto-me:
Música: Trovante - Timor

31
Jul 09

 

 

 

Send someone to love me
I need to rest in arms
Keep me safe from harm
In pouring rain

Give me endless summer
Lord I fear the cold
Feel I'm getting old
Before my time

As my soul heals the shame
I will grow through this pain
Lord I'm doing all I can
To be a better man

Go easy on my conscience
cause its not my fault
I know I've been taught
To take the blame

Rest assured my angels
Will catch my tears
Walk me out of here
I'm in pain

As my soul heals the shame
I will grow through this pain
Lord I'm doing all I can
To be a better man

Once you've found that lover
Youre homeward bound
Love is all around
Love is all around

I know some have fallen
On stony ground
But love is all around

Send someone to love me
I need to rest in arms
Keep me safe from harm
In pouring rain

Give me endless summer
Lord I fear the cold
Feel Im getting old
Before my time

As my soul heals the shame
I will grow through this pain
Lord I'm doin all I can
To be a better man

Publicado por Scorpio_Angel às 04:34
Música: Robbie Williams - Better Man

19
Jul 09

 

“Se diz que é homossexual, está feita a avaliação.”

 

«Ser homossexual não é um comportamento mas sim uma característica pessoal. E um homem heterossexual não tem comportamentos de risco? Proibir alguém de doar sangue por ser homossexual é pura e simples discriminação. Apenas motivam os homossexuais que querem dar sangue a mentir, dizendo que são heterossexuais.»

 

 

O Caleidoscópio LGBT, enquanto colectivo de activistas que tem como objectivo o apoio às pessoas e causas LGBT, bem como contribuir para o esclarecimento da população em relação às questões de orientação sexual e identidade de género, considera inaceitável a posição assumida pelo Ministério da Saúde num documento oficial enviado à Presidência do Conselho de Ministros.

 

Como resposta a uma questão do deputado do Bloco de Esquerda João Semedo sobre as “práticas discriminatórias por parte dos serviços de sangue do Hospital de Santo António” este documento que diz que “os homens homossexuais devem ser excluídos da dádiva de sangue em Portugal” pela “necessidade de garantir que os potenciais dadores não têm comportamentos de risco que, em termos objectivos e cientificamente comprovados, podem constituir uma ameaça à saúde e à vida dos potenciais beneficiários”, levando assim “à exclusão dos potenciais dadores masculinos que declarem ter tido relações homossexuais”.

 

Porque esta posição se baseia numa prática discriminatória de premissas sem qualquer base científica ou legal, que contraria directamente o artigo 13º da Constituição Portuguesa, perpetuando a prática inadmissível de fazer da homofobia um critério que discrimina em função da orientação sexual.

 

Porque a manter esta indicação, Portugal seria o primeiro país da Europa a prever a exclusão de homossexuais masculinos da dádiva de sangue – uma posição de retorno a um pensamento medieval que em nada enalteceria o nosso sistema de saúde ou sociedade democrática;

 

Porque o “argumento cientifico do critério estatístico” é inteiramente falacioso, já que a infecção VIH está a aumentar sobretudo entre heterossexuais - de acordo com o relatório de 2008 da Coordenação Nacional para a Infecção por VIH/sida, do total de 1201 casos de transmissão do VIH notificados esse ano, 57,6% dizem respeito a heterossexuais, 21,9% a toxicodependentes e apenas 16,8% homo/bissexuais;

 

Porque, quer em termos sociais, quer em termos de saúde pública, está mais que comprovado que não faz qualquer sentido falar em grupos de riscos, mas sim em comportamentos de risco;

 

Porque não existem práticas sexuais exclusivas dos homossexuais;

 

Por tudo isto o colectivo Caleidoscópio LGBT vem desta forma exigir que qualquer recolha de informação relativa à sexualidade do dador só incida sobre os comportamentos sexuais e nunca sobre a orientação sexual e afectiva – critério irrelevante para a determinação efectiva da validade do produto sanguíneo.

 

 

O grupo de trabalho do Caleidoscópio LGBT

 

www.caleidoscopiolgbt.org


 

Publicado por Scorpio_Angel às 22:28
Sinto-me:

15
Jul 09

 

Perdoem-me a imodéstia - eu nem sou muito dada a colocar fotos pessoais no blog - mas não posso nem quero deixar passar em claro esta ocasião.

 

- Porque a MOP'09 foi a maior Marcha do Orgulho LGBT no Porto - com perto de 1000 participantes;

- Porque foi um trabalho muito árduo, no que me diz respeito só comparável ao que tive na 1ª MOP;

- Porque foi uma marcha extremamente emotiva para mim, em termos pessoais e enquanto activista;

- Porque só quem esteve na organização sabe a tortura e as dúvidas que nos assaltaram até ao momento em que a marcha já decorria;

- Porque estiveram presentes muitas pessoas - algumas que me são particularmente queridas e que deram tudo de si - para meu grande Orgulho;

- Porque junto a mim estão amigos que partilharam ao longo destes anos o que é ver os balões, os sorrisos, o orgulho na cara de quem marcha.

- Porque foi mais um passo na construção do castelo que prometi e hei-de ver erigido;

- Por tudo isto, e pelo que não sabendo colocar em palavras me enche o coração...

 

 

Leitura do Manigesto MOP'09

Foto PortugalGay - Leitura do Manifesto

 

 

E é disso que falamos: de amor.

 

Nem todos temos o desejo de encontrar a alma gémea, casar e ter filhos. Mas quem tem esse sonho deve ter igualdade de acesso ao casamento civil. Todos devemos ter o direito de escolher o modelo de família com que mais nos identifiquemos, e o estado tem de dar as mesmas oportunidades a todas e todos.

 

É urgente que o Estado reconheça o direito à igualdade para todas as pessoas, para todas as famílias. É necessário que ninguém seja discriminado. Somos uma sociedade diversa. Sejamos verdadeiramente inclusivos.

 

Por tudo isto marchamos e afirmamos:

  

“Na felicidade e na dor, o que faz a família é o amor!”

 

 

 

 

Publicado por Scorpio_Angel às 04:26
Sinto-me:
Música: Mariah Carey / Whitney Houston - When You Believe

13
Jul 09

 

 

Sentimento sem título


Sorte tem os bêbados,
pois conseguem dormir.
Sorte tem os Loucos,
pois são livres para agir.
Sorte tem os idiotas,
pois conseguem amar e sorrir.
Gostaria de fugir da realidade em que vivo
e entrar em um copo de whisky,
Para ser Louco e idiota
Assim, faria o que quisesse
Sorriria, dormiria e teria a capacidade de amar.
Ah! Como eu os invejo!

 

Mauricio Pereira

 

  

 

Publicado por Scorpio_Angel às 21:58
Música: A Love That Will Never Grow Old

09
Jul 09

 

 




Passados 40 anos sobre os acontecimentos em Stonewall, realiza-se em 2009 a quarta edição da Marcha do Orgulho LGBT no Porto.

Este ano é marcado na agenda politica por um forte movimento social que exige igualdade de tratamento para os casais de pessoas do mesmo sexo. É nesse contexto de discussão pública que a organização da Marcha no Porto busca o seu tema e lema, colocando a tónica no tema da família.

A Organização da 4ª Marcha do Orgulho LGBT no Porto convida-te a estar presente sábado dia 11, pelas 15H, na Praça da República, local de onde partirá a 4ª Marcha do Orgulho LGBT no Porto.

A marcha seguirá pela Praça da Républica - Viaduto Gonçalo Cristovão - Rua Gonçalo Cristovão - Sta Catarina - Passos Manuel até Avenida dos Aliados e termina em frente a CMP na Praça General Humberto Delgado (junto à Câmara Municipal do Porto), onde terminará com a leitura do Manifesto e com declarações de madrinhas e padrinhos da MOP.

Contamos com a tua presença!


P'la Comissão Organizadora da 4ª Marcha do Orgulho LGBT no Porto

 

Publicado por Scorpio_Angel às 17:35
Sinto-me:

08
Jul 09

 

Em primeira mão, cá fica:

 

 

 

Marcha do Orgulho LGBT no Porto 2009

 

Há 40 anos, no bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, pessoas homossexuais, bissexuais e transgéneras revoltaram-se e pela primeira vez reagiram e defenderam-se dos sistemáticos actos de agressão e opressão das forças policiais. Foi o início da luta pelos direitos das pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais/Transgéneras (LGBT). No ano seguinte, realizou-se a primeira Marcha do Orgulho LGBT – orgulho pela coragem de resistir.

 

No Porto, a 1ª Marcha do Orgulho LGBT foi impulsionada pelo brutal assassinato de Gisberta Salce Júnior, uma mulher transexual. Estávamos em 2006 e pedíamos “um presente sem violência, um futuro sem diferença”. 2007 foi o Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos. As uniões de facto foram finalmente reconhecidas no Código Penal, sem distinguir casais de pessoas do mesmo sexo e casais de pessoas de sexo diferente. Por outro lado, apesar de muito se ter falado na necessidade de pôr termo à discriminação das mulheres no trabalho, nada se disse, por exemplo, sobre a dificuldade que transexuais e transgéneros têm em conseguir um emprego. Exigimos a inclusão da identidade de género no artigo 13º da Constituição da República Portuguesa e uma Lei de Identidade de Género.

Porque a igualdade de direitos não é adiável ou negociável, exigimos a cidadania plena para todas e todos.

 

Ano após ano, lembramos que o Estado tem a obrigação de se empenhar activamente na luta contra o preconceito. Porque a educação é fundamental, exigimos acções de formação anti-discriminação nas escolas, nos tribunais, nos estabelecimentos de saúde, nas esquadras. Em todos os pilares da democracia. Em 2008 congratulámo-nos com as medidas tomadas no âmbito da educação para uma saúde responsável, mas lamentámos o facto de a educação continuar a ter como base um modelo heteronormativo, que não corresponde à pluralidade das práticas familiares do Portugal do século XXI.

 

Na linha de todos os alertas e reivindicações que temos vindo a fazer, hoje pedimos a todas e todos que façam connosco uma reflexão sobre uma temática transversal e central de todas as sociedades: a FAMÍLIA.

Os argumentos em defesa do que é normal e tradicional são recorrentes quando se fala de famílias que não obedecem ao paradigma 1 homem +1 mulher = filhos. Mas o que é "normal"?

 

No Império Romano havia escravatura. Era normal. Diversas formas de escravatura são ainda consideradas normais em vários locais do mundo. No entanto, Portugal foi um dos primeiros países a abolir a escravatura, no século XVIII. A pena de morte também é histórica e ainda se aplica em diversos países. Portugal foi o terceiro país a abolir a Pena Capital, em finais do século XIX.

Avancemos para meados do século XX e para as coisas normais do mundo ocidental. O casamento inter-racial era proibido em muitos países, sob a justificação de que iria desvirtuar a instituição do casamento e porque a seguir teríamos o incesto e a bestialidade. Era normal obrigar os canhotos e escrever com a mão direita. Era normal os surdos não terem uma língua própria. Era normal os negros serem obrigados a viajar na parte de trás dos autocarros. Era normal uma mulher primeiro ser propriedade do pai para depois ser propriedade do marido. Era normal as mulheres não poderem votar nem usar calças de ganga. Era normal dizer-se que o preservativo e a pílula iam acabar com a família. Era normal haver filhos em todos os casamentos. Era normal o casamento ser para toda a vida mesmo que as pessoas fossem infelizes.

 

O normal é o que a maior parte das pessoas faz, ou acredita que se faz, num determinado momento. Não quer dizer que as práticas minoritárias estejam erradas. Aliás, o normal muda com os tempos...

 

Não se pode negar a diversidade de modelos familiares existente.

 

Um lar pode ter como núcleo um relacionamento monogâmico entre um homem e uma mulher, entre dois homens, ou entre duas mulheres. Mas também há relacionamentos amorosos responsáveis entre mais de duas pessoas. Assim como há famílias cuja base é a amizade, e não o amor, ou o sangue. Todas estas famílias existem. Umas têm filhos, biológicos ou adoptados, outras não.

O problema é que algumas destas famílias não são reconhecidas pelo Estado, ou são tratadas como famílias de segunda.

 

Há menos de 100 anos, o casamento normal seria a união entre duas pessoas com a mesma cor de pele, a mesma religião, do mesmo estrato social e de sexo diferente. Permitiu-se a anormalidade dos casamentos inter-raciais, a modernice de casar por amor, a leviandade de não se pensar nos interesses religiosos ou patrimoniais das famílias. Permitiu-se o amor. O casamento passou assim a ser o coroar de uma relação, o querermos que seja “para sempre” (pelo menos até ao dia do divórcio). As pessoas com orientações afectivas ou sexuais diferentes da maioria também cresceram neste país, e é normal que vejam no casamento civil a legitimação e dignificação do amor que sentem por outra pessoa.

 

E é disso que falamos: de amor.

 

Nem todos temos o desejo de encontrar a alma gémea, casar e ter filhos. Mas quem tem esse sonho deve ter igualdade de acesso ao casamento civil. Todos devemos ter o direito de escolher o modelo de família com que mais nos identifiquemos, e o estado tem de dar as mesmas oportunidades a todos e todas.

 

É urgente que o Estado reconheça o direito à igualdade para todas as pessoas, para todas as famílias. É necessário que ninguém seja discriminado. Somos uma sociedade diversa. Sejamos verdadeiramente inclusivos.

 

Por tudo isto marchamos e afirmamos:

 

“Na felicidade e na dor, o que faz a família é o amor!”

 

 

 

 

Não estamos a legislar, meus senhores, para gentes remotas e estranhas. Estamos a ampliar as oportunidades de felicidade dos nossos vizinhos, dos nossos colegas de trabalho, dos nossos amigos e dos nossos familiares, e desse modo estamos a construir um país mais decente, porque uma sociedade decente é a que não humilha os seus membros.”

 

(discurso do Presidente do Governo Espanhol na Câmara dos Deputados, 30 de Junho de 2005 – dia da aprovação da reforma do Código Civil espanhol que passou a permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo)

 

Publicado por Scorpio_Angel às 19:55
Sinto-me:

25
Jun 09

  

Adoro as lições diárias do Dante Sheperd em Surviving the World e não resisto a deixar aqui uma dessas perolas de boa disposição. ;)

  

 

Publicado por Scorpio_Angel às 19:17

22
Jun 09

 

Alguém muito importante relembra-me frequentemente: "Paula, nada acontece por acaso." E eu quero acreditar que ela tem razão. Que a mim me cabe continuar a dar passos firmes, honestos, de coração aberto, com coragem de acreditar novamente.

E que um dia, finalmente, chegarei a casa.  

 

 

 

 

"You gain strength, courage and confidence by every experience in which you really stop to look fear in the face. You are able to say to yourself, 'I have lived through this horror. I can take the next thing that comes along.'

You must do the thing you think you cannot do."

 

Eleanor Roosevelt 

Publicado por Scorpio_Angel às 19:36
Sinto-me: Hopeful
Música: Boss AC & Mariza - Alguém Me Ouviu

18
Jun 09

          Já é oficial!  

  

Cartaz MOP'09

 

Eu Vou! E tu? 

Publicado por Scorpio_Angel às 19:01

17
Jun 09

 

Não percas as próximas festas da MOP!

2 noites, 2 experiências, 2 espaços...


19 de Junho: Boys'r'Us

Uma festa a não esquecer. Descobre porquê!


 

 

21 de Junho: Atelier

Noite de artes e espectáculo.

Para quem ama a cultura..



www.orgulhoporto.org

 

Publicado por Scorpio_Angel às 17:45
Sinto-me:

08
Jun 09

 

 

 

 

 

"I haven't a clue as to how my story will end. But that's all right. When you set out on a journey and night covers the road, you don't conclude that the road has vanished. And how else could we discover the stars?"

 

Publicado por Scorpio_Angel às 16:34
Sinto-me:

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"Não estamos a legislar para gentes remotas e estranhas. Estamos a ampliar as oportunidades de felicidade dos nossos vizinhos, dos nossos colegas de trabalho, dos nossos amigos e das nossas famílias e, ao mesmo tempo, estamos a construir um país mais decente. Porque uma sociedade decente é aquela que não humilha os seus membros"

Zapatero

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